quinta-feira, 18 de junho de 2009

PIB do agronegócio não deve crescer em 2009, diz CNA


De acordo com a CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, o PIB - Produto Interno Bruto do agronegócio (soma das riquezas produzidas pelo setor) no país teve queda de 0,53% no primeiro trimestre de 2009. Há cerca de uma semana, o IBGE havia divulgado dado semelhante. A partir de outubro do ano passado, período em que se acentuaram os efeitos da crise financeira mundial, o segmento acumula perda de 2,26%. Segundo a entidade, que realizou o levantamento com o auxílio do Cepea - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - para que seja alcançado o mesmo valor do ano passado, quando o PIB somou R$ 764,6 bilhões, o agronegócio teria que crescer a uma taxa mensal de 0,8%. “No entanto, isso é improvável, em um cenário de contração de crédito. Os segmentos mais afetados são os que normalmente demandam mais recursos”, afirma Kátia Abreu, presidente da CNA.
Nos primeiros três meses do ano, o desempenho da agricultura ficou negativo em 0,82%. Já a pecuária avançou 0,17% - resultado insuficiente para compensar as perdas na agricultura.

Confirmado R$ 1,8 bilhão do Funcafé para apoio à colheita do grão em 2009

Uma portaria interministerial da Agricultura e da Fazenda reforçou nesta quarta-feira (17/06) a produção e a comercialização de café com R$ 1,8 bilhão do Funcafé - Fundo de Defesa da Economia Cafeeira. Deste montante, cerca de R$ 550 milhões já haviam sido anunciados (R$ 450 milhões para operações de colheita e R$ 100 milhões para reescalonamento de dívidas) e estão em operação.
Pela resolução, os financiamentos de custeio terão até R$ 200 milhões; os de colheita, até R$ 450 milhões; operações de estocagem, até R$ 460 milhões e para o Financiamento para Aquisição de Café, até R$ 400 milhões. Foram destinados valores de até R$ 100 milhões para a linha especial de crédito que vai financiar a aquisição de CPR - Cédula do Produto Rural - e, até R$ 90 milhões, para a recuperação de lavouras de café atingidas por chuva de granizo. As operações de custeio e de colheita de café previstas no artigo 2º da Resolução CMN 3682 (reescalonamento da dívida) estão contempladas com até R$ 100 milhões. A portaria interministerial prevê, ainda, o remanejamento dos recursos das operações de financiamentos, quando não houver demanda, desde que os agentes financeiros sejam autorizados pelo Funcafé.

Sociedade entre casais dá certo

Casais contam como administram a dupla jornada conjunta: em casa e no escritório.
Aos quatro meses de namoro, a empresária Cláudia Alves, hoje com 29 anos, foi surpreendida por uma proposta de trabalho feita pelo namorado Ronaldo Coelho, 41. Coelho tinha acabado de inaugurar uma loja da franquia Rei do Mate e a queria como parceira. Embora não entendesse absolutamente nada de negócios e ainda estivesse no colegial, ela resolveu aceitar o desafio. Era a melhor maneira de ficar mais perto do namorado. 'Estava apaixonada e, a princípio, achei maravilhoso ficarmos grudados. Aos domingos, quando os outros funcionários folgavam, nós passávamos mais de doze horas na loja. Enquanto outros namorados iam ao cinema ou ao teatro, a gente trabalhava', diz Cláudia. Quando completaram seis meses juntos, o namoro ficou sério e o casal decidiu morar sob o mesmo teto. A partir de então, passaram a dividir não só as responsabilidades da empresa, mas também as de casa.
Assim como Cláudia e Ronaldo, muitos casais aproveitam a confiança e admiração que nutrem um pelo outro e se tornam sócios. Segundo pesquisa divulgada pelo International Stress Management do Brasil (ISMA-BR), casais que trabalham juntos entendem melhor as angústias e a carga horária do parceiro. A produtividade também é elevada. Em geral, eles ficam cerca de 12 horas diárias no emprego, enquanto a média nacional é de 9 horas.
Porém, não raro a proximidade excessiva faz com que a relação caia na monotonia e o casamento entre em crise. Viviane Scarpelo, psicóloga especialista em terapia de casais, afirma que relacionamentos afetivos entre sócios correm o risco de se desgastar mais facilmente porque eles não colocam limite para o trabalho. Segundo ela, os problemas da empresa são discutidos no café da manhã, no almoço, no jantar e em outros momentos em que o casal poderia descontrair, namorar ou conversar amenidades.
A falta de limite e a rotina voltada só para o trabalho pôs em xeque a união de Cláudia e Ronaldo. “Os momentos a dois eram raros. Não tinha mais sedução e nem conquista. Tudo o que eu fazia, ele estava junto. Além disso, como somos geniosos, era bem difícil um de nós ceder quando discordávamos. Os conflitos se tornaram constantes e a situação, insustentável”. A empreendedora diz que no auge da crise ela e o marido chegaram a ficar dois meses separados. A separação serviu para perceberem o quanto se gostavam e dar outro rumo à vida a dois. O primeiro passo foi procurar um terapeuta. Além disso, passaram a respeitar mais a opinião do outro, a não levar trabalho para casa e a agendar passeios. Eles também começaram a dividir melhor as funções de cada um na empresa. As mudanças solidificaram o casamento, que hoje já dura dez anos, e trouxeram bons resultados para os negócios. Eles são proprietários de cinco lojas Rei do Mate e têm planos de inaugurar em breve a sexta unidade.

O que as empresas de TI fazem para reter talentos


Para evitar a alta taxa de rotatividade de técnicos, comum nas empresas de Tecnologia da Infomação (TI), empresários do setor têm adotado métodos alternativos.
Na Elucid, os funcionários que indicam um profissional que é contratado e permanece na empresa por mais de seis meses ganham R$ 1 mil de bonificação. Com isso, espera-se que os novatos não deixem seus cargos rapidamente em consideração aos colegas que serão premiados.
Estratégia similar também é adotada na Cyberlynxx, cujo bônus em caso de boas referências é de R$ 100. “É interessante incentivar as indicações internas, pois nossos colaboradores conhecem o perfil de pessoas que queremos”, conta Marcelo Astrachan, presidente da empresa.
De acordo com Joel de Souza Dutra, professor do departamento de administração da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, essas promoções têm resultados positivos, mas pontuais. As empresas que desejam evitar a rotatividade de funcionários - o chamado turnover - devem fazer mudanças estruturais em seu ambiente de trabalho e investir em planos de carreira.
“O elemento determinante para reter os empregados é sempre a possibilidade de movimentação dentro da empresa, pois a remuneração é consequência disso. Alguém que tem perspectiva de melhoria na empresa onde trabalha não vai arriscar perder sua posição por uma oferta de sálario 15% maior”, explica o professor.
Ambas as empresas também procuram aplicar as soluções sugeridas por Dutra. No segundo semestre deste ano, a Cyberlynxx pretende implantar um programa de mapeamento de pessoas com alto potencial para se tornarem sócias da empresa futuramente. “Acreditamos que nossa companhia tem grande potencial de crescimento e, por isso, precisará de novos cérebros. Além disso, não somos uma empresa familiar e sabemos da importância de capacitar novas lideranças para dar continuidade ao negócio”, afirma Astrachan.
A empresa também buscou aproximar o corpo de empregados da diretoria. O colaborador, de qualquer área, que trouxer uma oportunidade de negócio não mapeada pelos diretores é remunerado proporcialmente ao lucro do projeto. Astrachan relata que um dos atuais carros-chefes da empresa foi sugerido por um garoto de 25 anos.
A Cyberlinxx, hoje, tem taxa de evasão de colaboradores de menos de 3% e faturou no ano passado R$ 16 milhões.

Menos trabalho, mais qualidade

Funcionários da Elucid que indicam bons profissionais recebem bônus de R$ 1 milHá cerca de três anos, a Elucid vem buscando trazer mais equilíbrio entre a vida corporativa e os momentos fora do escritório. Por isso, montou dois times de futebol, uma equipe de corrida, paga academia femina para as mulheres que não se empolgam com as demais atividades e oferece massagem na empresa duas vezes por semana. Além disso, busca dar flexibilidade de horários aos seus empregados e, conforme o cargo, também auxilia finaceiramente MBA e cursos de especialização. “As pessoas não nascem para chegar aos 25 anos e trabalhar sem parar até os 60. Buscamos mais qualidade de trabalho e menos quantidade”, diz Michael Wimert, presidente do empreendimento.
Com essas e outras ações - como concursos de melhor funcionário - a Elucid perdeu apenas dois técnicos no ano passado e faturou R$ 100 milhões. Sua taxa de turnover passou de 5% antes dos programas para 2% atualmente.

Fadire abre inscrições para vestibular


A Faculdade de Desenvolvimento e Integração Regional (Fadire), de Santa Cruz do Capibaribe, está com inscrições abertas para a segunda entrada do vestibular 2009. Estão sendo oferecidas 150 distribuídas nos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Design de Moda. O candidato tem até o dia 17 de julho para efetuar a inscrição através do site www.fadire.edu.br ou presencialmente na tesouraria da Fadire. A taxa custa R$ 50. No site, também está disponível o manual do candidato, com informações detalhadas sobre o processo seletivo. As provas serão aplicadas em 19 de julho, das 8h às 13h, na sede da faculdade, e conterão questões de língua portuguesa, literatura, matemática, geografia, história, língua estrangeira, além da redação. A Fadire possui convênios com o Fies e o Prouni. Outras informações no site www.fadire.edu.br ou pelos telefones (81) 3731-0300 e 3731-6181.
Assessoria de Imprensa da Fadire
Diego Martinelly - (81) 9964.8161
Iraê Mota - (81) 9924.0025

DIA DA IMIGRAÇÃO JAPONESA 18 DE JUNHO

O dia 18 de junho,comemora-se o Dia da Imigração Japonesa no Brasil. A data foi escolhida por ter sido o dia da chegada ao Porto de Santos do navio Kasato Maru (em japonês, 笠戸丸), que trouxe os primeiros imigrantes ao nosso país em 1908.
Atualmente a cultura japonesa já é parte do cotidiano de muitos brasileiros e a culinária é um dos meios de contato mais direto com as tradições do Japão. A imigração japonesa no Brasil começou no início do século XX, por meio de um acordo entre o governo japonês e o brasileiro. Atualmente, o Brasil abriga a maior população japonesa fora do Japão com cerca de 1,5 milhão de nikkeis (termo usado para denominar os japoneses e seus descendentes). O Kasato Maru é considerado pela historiografia oficial como o primeiro navio a aportar no Brasil com imigrantes japoneses. A viagem de 52 dias começou no porto de Kobe e terminou no Porto de Santos em 18 de junho de 1908. Vieram 165 famílias (781 pessoas) que foram trabalhar nos cafezais do oeste paulista. Eles sofreram muito, principalmente em função do preconceito, da forma em que foram tratados nas fazendas, por causa da falta de alimentos adequados (a comida aqui era muito diferente daquela que estavam acostumados no Japão) … mas venceram tudo e hoje formam comunidades prósperas e que dão exemplo a todos.

DIA DO QUÍMICO 18 DE JUNHO


Ramo da ciência que estuda as alterações e transformações sofridas pela matéria, incluindo solo, água, ar, poluentes, minerais e metais, bem como sua composição e propriedades, a química faz parte da nossa vida há milhões de anos.
Provavelmente, um dos primeiros fenômenos, relacionado à química e observado por nossos antepassados, foi a produção do fogo. Seu domínio veio logo a seguir, no período paleolítico, há 400 mil anos.
E quem está por trás desta ciência é o químico, realizando ensaios, experimentos, estudos e pesquisas para investigar as reações das substâncias.
O QUE FAZ?
O profissional de química tem um vasto campo de atuação. Da indústria à universidade, pode atuar em diversas áreas, desde que conjugue capacidade de análise e concentração com interesse pelas ciências e facilidade para matemática.
O químico industrial, por exemplo, trabalha no controle de qualidade da produção, análise de materiais e dos produtos fabricados e pode pesquisar dados sobre a criação e o aperfeiçoamento de produtos.
Já na área de avaliação ambiental, o químico pode elaborar projetos de preservação do meio ambiente, bem como detectar substâncias e analisar possíveis danos à natureza causados por agentes poluentes.
E em instituições de ensino e pesquisa, pode lecionar ou desenvolver pesquisas que investigam processos e propriedades da química.
A CIÊNCIA DAS CIÊNCIAS
A alquimia é considerada uma das ciências mais antigas, tendo influenciado todas as demais.
Precursora da química, seu objetivo era compreender a natureza e reproduzir seus fenômenos para atingir um estado superior de consciência.
Em seus experimentos de laboratório, os alquimistas buscavam duas substâncias: a pedra filosofal, capaz de transformar metais em ouro, e o elixir da longa vida, capaz de prolongá-la indefinidamente.
Além de legarem à química a descoberta de substâncias e experiências químicas, os alquimistas deixaram receitas sobre como obter a pólvora e o álcool através da destilação do vinho. Supõe-se que elementos como o arsênio, antimônio, bismuto, fósforo e zinco também foram por eles descobertos.
A química faz parte da nossa vida há milhões de anos. Ramo da ciência que estuda as alterações e transformações sofridas pela matéria, incluindo solo, água, ar, poluentes, minerais e metais, bem como sua composição e propriedades. Desde a pré-história, o homem já acumulava conhecimentos práticos de química.
E quem está por trás desta ciência é o químico, realizando ensaios, experimentos, estudos e pesquisas para investigar as reações das substâncias.
O padeiro é um alquimista quando assa o pão, o viticultor quando prepara o vinho, o tecelão quando faz o tecido, portanto, seja quem for o responsável por tornar útil e levar ao ponto de ser usado pelo homem tudo o que cresce na natureza, é um Alquimista.

Dedicação E Vontade


Guilherme Carey, ao ser perguntado sobre suas grandes realizações ao traduzir a Bíblia em idiomas e dialetos indianos, respondeu: "Eu não tenho grande capacidade e meu trabalho tem sido bastante lento". Mas, que lentidão! Em 40anos de trabalho ele traduziu toda a Bíblia em 34 dos idiomas e dialetos da Índia.

O trabalho de Carey mostra dedicação, determinação, vontade. Ele se colocou no altar do Senhor para um propósito e o realizou com amor e gratidão. Ele sentia grande regozijo por Cristo estar abençoando sua vida e queria, de alguma forma, também abençoar àqueles que ainda não tinham o mesmo privilégio.

E o que nós, cristãos, estamos fazendo hoje no reino de Deus? Como temos demonstrado nossa gratidão pela salvação recebida pelo sacrifício do Senhor Jesus? Estamos fazendo muito ou pouco? Ou não estamos fazendo nada? Temos sido gratos ou completamente ingratos em relação ao amor de Deus?

Deus nos chamou para testemunhar de Cristo. Temos nos alegrado com essa escolha ou ignorado tão maravilhosa convocação? Estamos prontos a servir ou preocupamo-nos apenas no que podemos receber? Já aprendemos a dizer "eis-me aqui, Senhor" ou continuamos apenas dizendo: "estás aí, Senhor?"

Quando Cristo é o Senhor de nossos corações, as nossas atenções estão dirigidas ao próximo. Queremos vê-lo feliz, conquistando vitórias, recebendo as mesmas bênçãos do Deusque sempre nos abençoa. Procuramos viver de tal maneira que o nosso testemunho ilumine o caminho dos perdidos, guiando-os ao verdadeiro Caminho. Queremos passar pela vida vivendo e semeando vida. Não nos preocupamos em ser lentos ou muito capazes, mas, em deixar Cristo agir através de nós, no tempo e da forma que Ele desejar.

"Não ocultei dentro do meu coração a tua justiça; apregoei a tua fidelidade e a tua salvação; não escondi da grande congregação a tua benignidade e a tua verdade" (Salmos40:10).

ONG PÃO É VIDA PROVIDENCIA AJUDA AOS FRAJELADOS


Poucos dos móveis que restam da comunidade do papelão ainda continuam espachados em um terreno doado pela prefeitura aos frajelados que viviam em condições meio que precária em um terreno invadido por eles e que pertence a herdeiros da antiga exposição de animais, nas proximidades da Cohab em Santa Cruz do Capibaribe. O local para onde foram levados não oferece nenhuma condição de habitação, tendo em vista que nem se quer uma proteção coletiva foi providenciada enquanto se erguia pelo menos uma tapera para que o povo se abrigasse. A decisão judicial foi cumprida e os órgãos competentes deram um jeitinho de arrumar um terreno descampado próximo da comunidade do bairro Santo Augustinho. A ONG Pão é Vida vem fazendo o que pode por estes desabrigados providenciando comida, agasalho e ajudando as pessoas a levantarem seus barracos provisórios. Afinal, há dois anos a ONG tem se empenhado em oferecer recursos destinados à comunidade atravez de seus projetos de ação social realizando palestras, mine cursos profissionais, sopão, filmes socio educativo, roupas, sexta básica, cuidados com orientação espiritual baseada na palavra de Deus.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

PERIODONTITE: PRINCIPAL CAUSA DE PERDA DE DENTES ATUALMENTE


A Periodontite é uma doença que afeta os tecidos ao redor dos dentes, as gengivas, e pode impedir o dente de se manter fixo. Se você tiver dentes com: mobilidade; retrações gengivais; gengivas sangrantes; sensíveis ou inchadas; formação de pus ao redor do dente; mau-hálito constante; você deve procurar um dentista para uma avaliação.
Tratamento: Controle da placa bacteriana, remoção de fatores de retenção da placa bacteriana e cirurgias peridontais se necessário.
Após o tratamento serão necessários controles períodicos. Suas consultas ao dentista serão pelo menos de 3 em 3 meses. Aí será avaliada sua saúde peridontal, sua higienização e um limpeza será feita.

VOCÊ FAZ O QUE QUER?

Todos diriam que sim. Cada um faz o que quer. Na Prática, porém, não é assim. Como homens, somente somos plenamente satisfeitos quando estamos em comunhão com o nosso Criador. Desejamos isso mais que tudo. Na Bíblia, está escrito: "Como cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus!". É indscritível o gozo e satisfação existentes na presença de Deus. Só provando; só testemunhando as "coisas grandes e ocultas" que Deus tem para nós! Mas por que nem todos alcançam isso? O apóstolo Paulo descreve claramente o poquê: " A carne cobiça contra o espírito, e o espírito contra a carne, e estes se opõem um ao outro para que não façais o que quereis". O quer querer está em nós, o desejo e a vontade de viver uma vida em paz e cheia de alegria também, mas há uma guerra para que esse espírito e essa alma tão carentes de Deus sejam subjulgados pela carne, cuja fome está na impureza, no pecado e em todos os tipos de males. Isso nos impede de alcançar o contato com Deus, de onde vêm as delícias descritas na Palavra, proporcionando uma vida de gozo, paz e alegria. Ninguém nasce querendo o mal, a guerra, o homicídio, mas eles estão aí. Queremos abençoar as pessoas, amar todos, ajudar, compartilhar bençãos, viver em gozo em casa e no trabalho, com parentes e vizinhos; coisas boas que só os filhos de Deus possuem. contudo, alguém luta dentro de nós para que não façamos o que queremos. É nessa hora que precisamos de ajuda. Precisamos de Jesus, precisamos religar-se a Deus através de um arrependimento síncero e de um coração quebantado. Poderemos então viver que Deus planejou para nós desde a fundação do mundo. É muito frustante alguém não conseguir fazer o que quer, não é mesmo?

PUBLICITÁRIA FAZ CHOVER NO ROÇADO

Somente no ano passado a publicitária Marjory Imai, 40 anos, fez chover 58 vezes na Grande São Paulo. Junto com o irmão, Ricardo, ela é sócia da Modclima, empresa que, munida de um avião bimotor, radar e informações de satélites, promove chuvas artificiais. Com sete funcionários—de pilotos a especialistas do ITA—, o negócio, sediado em Bragança Paulista, faturou R$ 2,3 milhões no ano passado.
“No meu primeiro voo em nosso bimotor até chorei. de emoção. Vi da janela: a nuvem onde havíamos despejado água havia crescido e começava o temporal. Prova de que estava correta a teoria do meu pai, Takeu, engenheiro por formação e inventor por vocação. Para ele, sim, era possível provocar precipitações sem recorrer a aditivos químicos como outras empresas costumam fazer. com apoio da Sabesp, nosso principal cliente, desenvolvemos e patenteamos a tecnologia. depois de seis anos de pesquisas, fundamos, em 2007, a Modclima. de lá para cá, já demos uma mãozinha a São Pedro em plantações na Bahia e em Goiás. Agora queremos prevenir incêndios em parques nacionais — neste ano fizemos uma demonstração na chapada diamantina. do mesmo jeito que o homempode prejudicar o ambiente é possível dar um empurrãzinho na natureza para ajudar na recuperação dos estragos.”

DIA DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO APOSENTADO 17 DE JUNHO


A Contribuição Social é um tributo fundado na solidariedade social para financiar uma atividade estatal complexa e universal, como a da seguridade. Embora o governo diga que não, há dois sistemas diferentes de descontos previdenciários: o dos aposentados e pensionistas do setor público e o da iniciativa privada.
O funcionário público desconta um único percentual sobre o valor total dos seus vencimentos, qualquer que seja o seu provento. O mesmo não acontecendo com o trabalhador regido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que contribui de acôrdo com faixas salariais obedecendo a uma escala crescente dos percentuais da dedução.
Mensalmente, o desconto do servidor é maior e o Estado não contribui com nenhuma quantia para a aposentadoria do trabalhador público. Já a iniciativa privada, tem uma contribuição extra, feita pelo empregador, destinada à Previdência.
Saliente-se que esse dinheiro descontado do vencimento do servidor, simplesmente é recolhido aos cofres do Tesouro Nacional. O dinheiro que é do servidor - já que é descontado do seu contracheque - é gasto pelo governo. A todo instante, ouve-se falar que os recursos da Previdência - tanto do servidor como do seletista - são desviados para outras finalidades que não previdenciária.
A ponte Rio-Niterói e a Transamazônica são apenas dois exemplos desse desvio. O empregador recolhe, mensalmente, o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para o seu empregado, um percentual sobre o valor integral do salário. Esse valor será recolhido até ele se aposentar, e será acrescido com os juros mensais estabelecidos por Lei. Portanto, o empregado da iniciativa privada dispõe do seu fundo de garantia para a aquisição da casa própria ao aposentar-se. O funcionário público não tem esse benefício.
A igualdade civil e social sugere uma aproximação daquilo que seria a igualdade econômica. A democracia é um dos componentes da interação social que transforma o estado de direito no interesse dos dominados, compensando a desigualdade social com os direitos morais. Assim sendo, o funcionário público, ao se aposentar, mantém o salário e os benefícios dos ativos, inclusive os aumentos anuais seguem esse critério.
Enquanto os da iniciativa privada, são aumentados conforme determina a Constituição, seguindo os aumentos do salário mínimo e do salário referência, baseados num índice estabelecido por lei complementar, que varia de acôrdo com a necessidade da União, mas que é aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente da República.
Assim, ao longo do tempo, as leis permitiram uma discrepância imensa entre os valores dos benefícios percebidos pelos aposentados da iniciativa privada e os dos funcionários públicos aposentados, permitindo observar que os parâmetros usados se tornaram injustos, embora ambos constitucionais.
Mas hoje é um dia de comemoração e festivo, para homenagear aqueles que sempre colaboraram para o desenvolvimento e progresso do Brasil.

Agillisa


O QUE É: máquina que passa e seca até 12 peças de roupa ao mesmo tempo.COMO FUNCIONA: passa a vapor roupas esportivas, sociais e de cama, mesa e banho, com 50% menos energia elétrica do que o tradicional ferro - e pode ser usada ainda como secadora e desodorizadora.
QUEM CRIOU: a ex-comissária de bordo Célia Jaber de Oliveira, 54 anos, desenvolveu a Agillisa a partir de um macete dos tempos de aeronauta. O uniforme de Célia ficava impecável depois que ela o deixava sob o vapor dos banheiros nos hotéis em que se hospedava. O protótipo, fabricado com a ajuda do irmão, o técnico em mecânica Lupércio Jaber de Oliveira, 58 anos, fez tanto sucesso entre familiares e amigos que foi transformado em produto comercial. No ano passado, os irmãos Oliveira venderam 120 unidades e faturaram R$ 310 mil.
>>> Para viabilizar o projeto, Célia e Lupércio conseguiram uma vaga na incubadora Cietec, da USP, e financiamento de R$ 140 mil da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A Agillisa começou a ser vendida em 2008.
>>> Com o lançamento do site, em maio de 2009, os sócios esperam vender 50 máquinas por mês para todo o Brasil, superando R$ 1 milhão de faturamento neste ano.
>>> Ao custo de R$ 2.600 cada um, o eletrodoméstico deve começar a ser vendido nos grandes magazines no final de 2009. O preço deve cair 30% a partir de 2011.
>>> Feito de plástico atóxico e reciclável, o equipamento não enferruja e reaproveita toda a água usada na geração do vapor.
>>> Economiza 50% de energia elétrica em relação ao ferro de passar, segundo teste realizado pela empresa, sob supervisão da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP).
>>> Acomoda até 12 peças e tem as funções de passar, secar, desodorizar itens guardados ou com cheiro de suor e cigarro, além de higienizar roupas íntimas.
>>> Tecidos secos são passados em 72 minutos e os úmidos, em 139 minutos. Colarinhos ou pregas, por exemplo, são marcados com a ajuda de ímãs que acompanham a Agillisa.
>>> A empresária chegou a oferecer o projeto para três grandes fabricantes de eletrodomésticos do Brasil, mas nenhum deles acreditou na viabilidade técnica do produto.