
A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adotada pela ONU em 10 de dezembro de 1948 (A/RES/217). Esboçada principalmente por John Peters Humphrey, do Canadá, mas também com a ajuda de várias pessoas de todo o mundo - Estados Unidos, França, China, Líbano entre outros, delineia os direitos humanos básicos.
Celebra-se hoje o Dia Internacional dos Direitos Humanos, no aniversário da Declaração Universal de Direitos Humanos, adotada pela Assembléia das Nações Unidas em 1948. O tema escolhido para 2009 é "Acolha a diversidade, acabe com a discriminação". "Nenhum país está imune à discriminação. Esta pode ser vista em muitos lugares e sob muitas formas: velhas e novas, ocultas e evidentes, públicas e privadas – afirma o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon em sua mensagem sobre a ocorrência. A discriminação pode se apresentar como racismo institucionalizado, conflito étnico, episódios de intolerância e rejeição, ou até mesmo como uma versão nacional oficial da história, negando a identidade a outros." Ban Ki-Moon prossegue: "Em alguns países cresce o sentimento de xenofobia. Não bastam compromissos abstratos. É preciso se opor à desigualdade e intolerância". Em matéria de discriminação religiosa, o alto-comissário para os Direitos Humanos das Nações Unidas, Navi Pillay, recorda que "em alguns países, membros de alguns grupos ainda não tem o direito de exercer a sua religião ou credo, sendo privados de um direito fundamental. Os estereótipos conduzem à estigmatização e ao isolamento".
Celebra-se hoje o Dia Internacional dos Direitos Humanos, no aniversário da Declaração Universal de Direitos Humanos, adotada pela Assembléia das Nações Unidas em 1948. O tema escolhido para 2009 é "Acolha a diversidade, acabe com a discriminação". "Nenhum país está imune à discriminação. Esta pode ser vista em muitos lugares e sob muitas formas: velhas e novas, ocultas e evidentes, públicas e privadas – afirma o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon em sua mensagem sobre a ocorrência. A discriminação pode se apresentar como racismo institucionalizado, conflito étnico, episódios de intolerância e rejeição, ou até mesmo como uma versão nacional oficial da história, negando a identidade a outros." Ban Ki-Moon prossegue: "Em alguns países cresce o sentimento de xenofobia. Não bastam compromissos abstratos. É preciso se opor à desigualdade e intolerância". Em matéria de discriminação religiosa, o alto-comissário para os Direitos Humanos das Nações Unidas, Navi Pillay, recorda que "em alguns países, membros de alguns grupos ainda não tem o direito de exercer a sua religião ou credo, sendo privados de um direito fundamental. Os estereótipos conduzem à estigmatização e ao isolamento".