
Depois da revelação que um de seus sete filhos era homossexual, a professora Edith Modesto criou uma ONG que ajuda os pais a lidar com essa situação.
Em entrevista a ÉPOCA, ela conta que algumas mães pensam até em se matar quando recebem a notícia.
Há quinze anos, a filósofa e professora paulista Edith Modesto descobriu que um de seus filhos era gay. Entrou em desespero e começou a se informar sobre homossexualidade. Nesse processo de aceitação, Edith percebeu a dificuldade dos pais em aceitar ter um filho homossexual. Resolveu, então, criar uma ONG, o Grupo de Pais de Homossexuais, que atende homens e mulheres que sofrem e têm dúvidas em relação à homossexualidade de seus filhos - um trabalho único no Brasil. Ela conta que, apesar dos avanços sociais no tema diversidade sexual, quando o assunto entra nos lares, tudo muda de figura. "As mães negam, têm culpa, ficam perdidas. Algumas adoecem e até pensam em suicídio", afirma. Em seu novo livro, "Mãe sempre sabe?" (ed. Summus), a escritora fala das fases enfrentadas pelos pais em emocionantes relatos.
Há quinze anos, a filósofa e professora paulista Edith Modesto descobriu que um de seus filhos era gay. Entrou em desespero e começou a se informar sobre homossexualidade. Nesse processo de aceitação, Edith percebeu a dificuldade dos pais em aceitar ter um filho homossexual. Resolveu, então, criar uma ONG, o Grupo de Pais de Homossexuais, que atende homens e mulheres que sofrem e têm dúvidas em relação à homossexualidade de seus filhos - um trabalho único no Brasil. Ela conta que, apesar dos avanços sociais no tema diversidade sexual, quando o assunto entra nos lares, tudo muda de figura. "As mães negam, têm culpa, ficam perdidas. Algumas adoecem e até pensam em suicídio", afirma. Em seu novo livro, "Mãe sempre sabe?" (ed. Summus), a escritora fala das fases enfrentadas pelos pais em emocionantes relatos.