
CAMBRIDGE, Massachusetts, PRNewswire -- O crescimento dos smartphones na América Latina proporcionará o perfeito ecossistema para o crescimento das operações bancárias móveis, permitindo às operadoras oferecer novos serviços de valor agregado a seus clientes, reduzir a evasão e aumentar receitas, de acordo com um novo relatório da Pyramid Research ( http://www.pyr.com/ ). "Smartphones e 3G para criar oportunidade de operações bancárias móveis para operadoras de rede" analisa as oportunidades que as operações bancárias móveis criarão para operadoras móveis e bancos na América Latina. Também examina alguns modelos de negócios sob os quais as operações bancárias móveis podem se desenvolver: bancos, isoladamente, e modelos híbridos onde bancos e operadoras trabalham lado a lado. Por último, o relatório adverte sobre os perigos da regulamentação pobre para o futuro das operações bancárias móveis. Baixe um trecho aqui: http://www.pyramidresearch.com/downloads.htm?id=5&sc=PRN071410_INSLA22 . Adquira o relatório aqui: http://www.pyramidresearch.com/store/ins_la_100708.htm?sc=PRN071410_INSLA22 .
A América Latina testemunhará um enorme crescimento nas redes 3G+ e o largo uso de smartphones. "8,6% de todas as novas unidades vendidas na América Latina em 2010 serão smartphones", diz David Noe, analista sênior da Pyramid Research. "Entretanto, este percentual crescerá dramaticamente durante o período da previsão; nossa estimativa é de quase um terço (32,2%) dos novos portáteis vendidos até 2014 na América Latina serão smartphones" Noe acrescenta. A Pyramid Research também prevê que as operações bancárias móveis na América Latina crescerão entre a média e alta renda, usuários tecnologicamente mais experientes com portáteis mais avançados. "Estas condições criarão novas oportunidades de negócios para operadoras de redes móveis (MNO, sigla em inglês) e bancos, que estarão capacitados a oferecer serviços bancários móveis a seus clientes", diz Noe. O crescido uso de smartphones dará maior acesso a melhores serviços bancários móveis e os bancos não deixarão esta oportunidade passar. Mas é importante que bancos e operadoras não apliquem uma abordagem 'tamanho único' ao desenvolverem seus produtos bancários móveis. "As necessidades, capabilidades de telefonia móvel e níveis de educação dos usuários finais variam descontroladamente", indica Noe.