
Todo empreendedor que está pensando em abrir um negócio faz essa pergunta mais cedo ou mais tarde. A parceria certa pode ajudar o negócio a dar certo, mas uma escolha errada pode pôr tudo a perder, inclusive laços familiares e amizades. Daniel Tavares, colunista da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, faz uma reflexão sobre o assunto no artigo Sozinho ou Acompanhado?.
Antes de concretizar uma sociedade, é preciso primeiro identificar metas em comum, e defini-las. Também deve-se estabalecer as funções de cada um no empreendimento e notificar todos os parceiros de como será a divisão da empresa caso a sociedade venha a se desfazer um dia.
Duas realidades
Alguns e empreendedores estão felizes administrando um negócio sozinhos: ou porque se decepcionaram com sócios no passado, ou porque preferem tomar decisões sozinhos. Outros veem vantagens em dividir os riscos e as tarefas, ou gostam de contar com a opinião de outra pessoa, e optam pela sociedade.
Algumas lições básicas, como definir previamente como será o dia-a-dia de trabalho ou estabelecer as regras da possível venda do negócio, podem prevenir surpresas futuras. Outro bom conselho do artigo vem do especialista Álvaro Armond, professor dos programas corporativos do Insper (antigo Ibmec) São Paulo, respeita instituto de ensino e pesquisa na área de economia e negócios: procure escolher um sócio pela competência e não pelo afeto, como é o caso de familiares e amigos. Nesses casos, as chances de surgir uma parceria efetiva para os negócios diminuem, e ainda há o risco de se perder a relação no caso do empreendimento não obter sucesso.
Por Debora Carrari
Antes de concretizar uma sociedade, é preciso primeiro identificar metas em comum, e defini-las. Também deve-se estabalecer as funções de cada um no empreendimento e notificar todos os parceiros de como será a divisão da empresa caso a sociedade venha a se desfazer um dia.
Duas realidades
Alguns e empreendedores estão felizes administrando um negócio sozinhos: ou porque se decepcionaram com sócios no passado, ou porque preferem tomar decisões sozinhos. Outros veem vantagens em dividir os riscos e as tarefas, ou gostam de contar com a opinião de outra pessoa, e optam pela sociedade.
Algumas lições básicas, como definir previamente como será o dia-a-dia de trabalho ou estabelecer as regras da possível venda do negócio, podem prevenir surpresas futuras. Outro bom conselho do artigo vem do especialista Álvaro Armond, professor dos programas corporativos do Insper (antigo Ibmec) São Paulo, respeita instituto de ensino e pesquisa na área de economia e negócios: procure escolher um sócio pela competência e não pelo afeto, como é o caso de familiares e amigos. Nesses casos, as chances de surgir uma parceria efetiva para os negócios diminuem, e ainda há o risco de se perder a relação no caso do empreendimento não obter sucesso.
Por Debora Carrari