quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Festas: garantia de muita diversão e bons negócios

O objetivo é agradar a clientela, aumentar o faturamento e oferecer animadas festas.

O mercado de festas e eventos cresce dia a dia! Empresários de gastronomia e informática, inovam e diversificam as atividades para atender a este setor.
As amigas, funcionárias de uma empresa de eventos decidiram comemorar a folga de um feriado prolongado com pizza. Elas contrataram os serviços do empresário Fábio Campos. Para montar a estrutura do encontro, o garçom e o pizzaiolo chegam uma hora antes.
O empresário Fábio faz cerca de 25 eventos por mês. Cobra R$ 32 por pessoa, com água e refrigerante. A turma do escritório acha que valeu a pena ter contratado o serviço. “Valeu pela variedade de pizza. Você está trabalhando, eles estão te servindo. Não precisa parar, só dá uma pausa para comer. Mas eu acho que valeu a pena sim”, diz o cliente Suzane Rabelo.
O casal de empresários de São Paulo, que teve uma pizzaria tradicional no passado, agora fatura com o serviço de buffet de pizzas em domicílio. Para ficar com o sabor típico das redondas italianas, a massa é pré-assada num forno a lenha.
A ajudante de cozinha confere todos os ingredientes que são levados para a festa: alho frito, orégano, chocolates para as pizzas doces. A empresária toma cuidados minuciosos na preparação das pizzas. Elisa diz que muita gente erra na hora de fazer o molho de tomate.“O molho de tomate para pizza tem que ser sempre cru, e nunca cozido. Então, tira-se a semente do tomate, passa-se pela processadora e a finaliza com os temperos que você gostaria”, ensina a empresária Maria Elisa Rosseto.
A divulgação do serviço de pizza em casa é feita via internet. E para não ficar restrito às pizzas, a empresa diversificou o cardápio. Também são oferecidos: cafés da manhã e almoços executivos. “Para montar um buffet igual ao nosso, o investimento seria em torno de R$ 30 mil por causa de equipamentos e todo o material necessário. Agora, a nossa margem é um pouco apertada. Não passa dos 30% por causa da grande competitividade que tem no mercado atualmente”, explica Fábio.