sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Os maiores sites brasileiros atraem grandes audiências ao redor do mundo‏


SÃO PAULO, PRNewswire/ NASDAQ: SCOR, líder na medição do mundo digital, anunciou hoje os resultados de um estudo do uso da Internet brasileira, baseado em dados do serviço World Metrix da comScore, que mostraram que 31,9 milhões de brasileiros de 15 anos de idade ou mais acessaram a Internet de casa ou do trabalho em setembro de 2009, um aumento de 22% comparado ao ano passado. Google Sites na frente da Microsoft Sites no Brasil Google Sites foi o property mais popular no Brasil em setembro com 26,6 milhões de visitantes, crescendo 12% durante o ano passado. Microsoft Sites ocupou o segundo lugar com 25,2 milhões de visitantes, seguido pelo UOL (20,6 milhões de visitantes), Yahoo! Sites (17,4 milhões de visitantes) e Terra - Telefónica (16,8 milhões de visitantes). Seis dos 15 properties melhor classificados eram brasileiros. O crescimento mais rápido foi a empresa de mídia Grupo Abril, que cresceu 79% durante o ano passado, passando a mais de 8 milhões de visitantes em setembro de 2009. Principais 15 properties on-line Classificado por total de visitantes únicos brasileiros (000) Setembro de 2009 Total Brasil, maiores de 15 anos, casa e trabalho*
Os principais properties brasileiros da Internet ganham audiências no exterior Também se conheceu que os principais properties brasileiros da Internet eram destinos populares on-line ao redor do mundo, atraindo partes substanciais de suas respectivas audiências fora do Brasil. O maior desses properties, o UOL, derivou uma quarta parte (24.7%) de sua audiência total fora do Brasil, enquanto que os sites que formam parte de BuscaPe.com Inc., atraiu 38.4% de sua audiência total fora do Brasil. "A popularidade on-line das marcas brasileiras está crescendo tanto aqui no Brasil quanto ao redor do mundo", segundo Alex Banks, Diretor Regional para América Latina para a comScore. "O meio on-line tem permitido que as empresas brasileiras não só façam crescer sua base atual de consumidores domésticos, mas também atraiam visitantes de forma crescente de outros países -- audiências que não estão tão acessíveis mediante mídia tradicional".