
Por Katia Simões
Por todo emprego que passava, o publicitário Alexandre Magno, 44 anos, era considerado teimoso. Insistente. Ousado demais. Até que cansou de ser enquadrado (ou demitido).
Por todo emprego que passava, o publicitário Alexandre Magno, 44 anos, era considerado teimoso. Insistente. Ousado demais. Até que cansou de ser enquadrado (ou demitido).
Canalizou toda a sua energia criativa para montar a Art Office, uma agência especializada em ambientação de marcas no varejo. O que era considerado um defeito pelas grandes corporações virou o motor de um negócio de R$ 5 milhões. Sentado em sua cadeira de acrílico laranja, ele olha para a parede listrada, abre um largo sorriso e diz: 'A vida precisa de cor'. Magno conseguiu concretizar o sonho de boa parte dos profissionais brasileiros. Abriu sua própria empresa com a experiência acumulada ao longo da carreira.
A grande vantagem de Magno, ao decidir empreender, é que ele sabia onde estava pisando. Havia trabalhado em uma dezena de empresas. Tinha sido diagramador, produtor, editor, diretor de arte e diretor de criação. Há 12 anos, quando tomou a decisão de desistir da vida corporativa e viajou à Itália para pensar no futuro, deu-se conta de que o seu maior patrimônio era o domínio técnico e de mercado no ramo publicitário. Seu conhecimento era tão bom que ele enxergava nichos inexplorados. Depois de três meses em crise existencial, voltou ao Brasil com uma proposta clara: trabalhar, por conta própria, com comunicação de marca no varejo. Realizou mais de mil trabalhos desde então, como as vitrines da Nike, o visual dos carrinhos de chope Brahma e a concepção total do Bar do Museu do Futebol, em São Paulo.
A grande vantagem de Magno, ao decidir empreender, é que ele sabia onde estava pisando. Havia trabalhado em uma dezena de empresas. Tinha sido diagramador, produtor, editor, diretor de arte e diretor de criação. Há 12 anos, quando tomou a decisão de desistir da vida corporativa e viajou à Itália para pensar no futuro, deu-se conta de que o seu maior patrimônio era o domínio técnico e de mercado no ramo publicitário. Seu conhecimento era tão bom que ele enxergava nichos inexplorados. Depois de três meses em crise existencial, voltou ao Brasil com uma proposta clara: trabalhar, por conta própria, com comunicação de marca no varejo. Realizou mais de mil trabalhos desde então, como as vitrines da Nike, o visual dos carrinhos de chope Brahma e a concepção total do Bar do Museu do Futebol, em São Paulo.
"Eu passei a oferecer mais do que uma campanha publicitária. Isso chamou a atenção", afirma.