
Comer em praças de alimentação já faz parte da cultura do brasileiro. Em São Paulo, 77% das pessoas vão aos shoppings se alimentam no local. O número supera as compras, feitas por 52% dos frequentadores. É o que revela o estudo feito pela Toledo & Associados, em parceria com a Escola de Propaganda e Marketing (ESPM).
Segundo o estudo, as principais razões que levam os entrevistados a fazer refeições nos shoppings são a praticidade e variedade de opções. A experiência está relacionada com o lazer e momentos de descontração. Ao todo, 46% das pessoas ouvidas costumam almoçar no local, 38% lancham e 27% jantam. Embora apenas 1% tome o café da manhã, a tendência deve crescer nos próximos anos.
“O horário de abertura do shopping dificulta um pouco o crescimento da procura por café da manhã. Porém, assim como aconteceu com as padarias, observa-se que o cliente tem buscado compensar a correria do cotidiano com vivências prazerosas. Ele não tem tempo de montar uma mesa completa de café da manhã em casa, mas dá valor a isso. Quem souber proporcionar o que ele busca, vai sair na frente ”, diz Maria Aparecida Amorim, diretora da Toledo & Associados.
Maria afirma que restaurantes divididos por áreas separadas são outra tendência. Entre as pessoas acima dos 60 anos, 33% prefere freqüentar esse tipo de ambiente por ser mais reservado e sem tumulto. Comida saudável também está em alta, principalmente entre os adultos. Ao todo, 64% deles buscam consumir comidas mais naturais, mesmo em fast food.
Embora 61% dos entrevistados estejam satisfeitos com o serviço prestado nas praças de alimentação, o preço é o principal empecilho para que eles comam mais fora. Ao todo, 89% acham alto o valor cobrado. Durante a semana, o ticket médio é de R$ 15. Aos sábados e domingos, sobe para R$ 18, principalmente porque nesses dias aumenta o consumo de sobremesa. O vale refeição é usado como meio de pagamento por 54%, seguido pelo cartão de débito (23%), dinheiro (20%) e cartão de crédito (14%).
Expectativas Os entrevistados acreditam que o ambiente deve sofrer algumas transformações nos próximos dez anos. Adolescentes (de 16 a 20 anos) acham que o atendimento será digitalizado. Adultos acreditam que haverá um espaço reservado para as crianças e restaurantes de comida natural.
No futuro, as pessoas gostariam que o espaço fosse maior, que houvesse música ambiente, local para lavar as mãos e que o atendimento pudesse ser feito na mesa.
Segundo o estudo, as principais razões que levam os entrevistados a fazer refeições nos shoppings são a praticidade e variedade de opções. A experiência está relacionada com o lazer e momentos de descontração. Ao todo, 46% das pessoas ouvidas costumam almoçar no local, 38% lancham e 27% jantam. Embora apenas 1% tome o café da manhã, a tendência deve crescer nos próximos anos.
“O horário de abertura do shopping dificulta um pouco o crescimento da procura por café da manhã. Porém, assim como aconteceu com as padarias, observa-se que o cliente tem buscado compensar a correria do cotidiano com vivências prazerosas. Ele não tem tempo de montar uma mesa completa de café da manhã em casa, mas dá valor a isso. Quem souber proporcionar o que ele busca, vai sair na frente ”, diz Maria Aparecida Amorim, diretora da Toledo & Associados.
Maria afirma que restaurantes divididos por áreas separadas são outra tendência. Entre as pessoas acima dos 60 anos, 33% prefere freqüentar esse tipo de ambiente por ser mais reservado e sem tumulto. Comida saudável também está em alta, principalmente entre os adultos. Ao todo, 64% deles buscam consumir comidas mais naturais, mesmo em fast food.
Embora 61% dos entrevistados estejam satisfeitos com o serviço prestado nas praças de alimentação, o preço é o principal empecilho para que eles comam mais fora. Ao todo, 89% acham alto o valor cobrado. Durante a semana, o ticket médio é de R$ 15. Aos sábados e domingos, sobe para R$ 18, principalmente porque nesses dias aumenta o consumo de sobremesa. O vale refeição é usado como meio de pagamento por 54%, seguido pelo cartão de débito (23%), dinheiro (20%) e cartão de crédito (14%).
Expectativas Os entrevistados acreditam que o ambiente deve sofrer algumas transformações nos próximos dez anos. Adolescentes (de 16 a 20 anos) acham que o atendimento será digitalizado. Adultos acreditam que haverá um espaço reservado para as crianças e restaurantes de comida natural.
No futuro, as pessoas gostariam que o espaço fosse maior, que houvesse música ambiente, local para lavar as mãos e que o atendimento pudesse ser feito na mesa.