terça-feira, 29 de março de 2011

BC: comércio sente falta de notas de R$ 5 e R$ 2


Segmento também declara que as moedas de R$ 1 e de R$ 0,50 são as que mais fazem falta

Da Agência Estado
O comércio sente mais falta das notas de R$ 5 e R$ 2 para dar troco, segundo a pesquisa "O Brasileiro e sua relação com o dinheiro", versão 2010, divulgada nesta segunda-feira (28/3). O segmento também declara que as moedas de R$ 1 e de R$ 0,50 são as que mais fazem falta. Mais da metade dos comerciantes ouvidos demonstrou estar insatisfeita com o fornecimento de moedas pelos bancos. Cerca de um quarto do setor gostaria de ver em circulação moedas com valores acima de R$ 1, com destaque para os que demandam moedas de R$ 2 (62%).

De acordo com a pesquisa, aumentou de 54% para 58% o índice de caixas do comércio que se lembram da divulgação das campanhas de reconhecimento de notas falsas. O número dos que declaram já ter recebido nota falsa no comércio caiu de 61% para 58%, sendo que as notas de R$ 50 e R$ 10 são as mais comuns.

Mais da metade dos comerciantes declara que, ao perceber a nota falsa, se o cliente ainda estiver no estabelecimento, devolve a cédula. Se o cliente já tiver ido embora, cerca de um quarto dos comerciantes diz que joga a nota fora, um índice semelhante ao dos que usam o objeto como exemplo interno. Um índice de 31% declara que encaminha a nota falsa ao banco. Segundo a pesquisa, 91% dos comerciantes verificam a autenticidade da nota.

Reportagem Crianças aprendem empreendedorismo com desenhos

De desenhos como os destas páginas, crianças de escolas públicas aprendem empreendedorismo e criam produtos como um celular a energia solar e um programa que faz desse aparelho um controle remoto para computador

Por Rodolfo Araújo
Marcos Camargo
RETRATOS DA VIDA > Durante o programa Pedagogia Empreendedora, são realizadas dinâmicas lúdicas para atiçar a imaginação das crianças. Em uma delas, os professores pedem que os alunos desenhem um autorretrato: o objetivo é estimular o autoconhecimento. Outra atividade é o Mapa da Vida. A ideia é que os estudantes tracem a trajetória que imaginam para si mesmos, desenhando seus objetivos e as maneiras de consegui-los

João Paulo Fernandes, Wesley Lima e Gabriel Sampaio, todos com 15 anos, tinham um sonho: montar uma empresa que produzisse aparelhos eletrônicos, mas que também adotasse o conceito da sustentabilidade. Dedicaram-se a pesquisas, fizeram cursos técnicos, investiram em equipamento e criaram um produto inovador: o Solular, uma bateria que carrega aparelhos móveis somente com a energia do sol.

Os três amigos não fazem parte de nenhuma startup de tecnologia. Na verdade, Fernandes, Lima e Sampaio, assim como os outros dez “sócios” da empresa fictícia, são alunos da escola municipal Professora Aurea Cantinho Rodrigues, em São José dos Campos (SP). O projeto em questão, o Solular, foi o campeão da Feira do Jovem Empreendedor, evento realizado no mês de outubro, reunindo trabalhos de estudantes da rede pública do município.

Marcos Camargo
O método criado pelo professor e escritor mineiro Fernando Dolabela atinge 400 mil alunos de 126 cidades brasileiras

A escola Professora Aurea Cantinho Rodrigues é um dos dois mil estabelecimentos de ensino onde foi implantado o método da Pedagogia Empreendedora. Idealizado pelo escritor e professor mineiro Fernando Dolabela, o programa contempla, atualmente, 400 mil alunos matriculados na educação infantil e no ensino médio das redes públicas municipais de 126 cidades brasileiras.

Dolabela começou a desenvolver o conceito há 20 anos, durante sua carreira de professor universitário — ele lecionou na UFMG e atualmente dá aulas na Fundação Dom Cabral. Na época, criou a Oficina do Empreendedor, que visava capacitar alunos do ensino superior a abrirem seus próprios negócios. Não deu certo: segundo ele, os jovens estudantes tinham um modo de pensar cristalizado, que tornava difícil uma mudança de valores. “Quanto mais eu me aprofundava no tema, mais percebia que o melhor momento para provocar alterações mais fortes seria a infância, quando a criança está sendo aculturada.” Decidido a voltar sua atenção para o universo infantil, Dolabela formou uma equipe sem experiência em empreendedorismo, mas especializada em processos pedagógicos. Em quatro anos, a proposta do método estava concluída.

A princípio, o educador não tinha a rede pública como prioridade: seus primeiros contatos foram com as escolas particulares. “Pensei que seria fácil entrar nesses estabelecimentos, até porque os filhos dos empreendedores estão lá. Mas o setor privado não tem consciência de que deve contribuir para o desenvolvimento do país”, afirma. A decepção fez com que procurasse as prefeituras municipais. A partir daí, a Pedagogia Empreendedora ganhou outra dimensão — o objetivo não é atingir apenas o aluno, mas também a cidade onde o programa é implantado. “Acredito que seja possível ajudar a criar uma cultura empreendedora junto a toda a população”, diz Dolabela. Segundo ele, a capacitação de professores e alunos influencia famílias e comunidades, contribuindo para o desenvolvimento econômico do município.

Cuidados com higiene evitam a transmissão da conjuntivite, explica médico



Foto 2 de 6 - Evite levar os dedos aos olhos Getty Images




Até o dia 20 de março, a capital paulista registrou mais de 71 mil casos de conjuntivite viral. Algumas cidades do litoral e do oeste do Estado de São Paulo também enfrentam surto da doença desde o Carnaval, por isso é bom redobrar os cuidados com higiene para evitar acordar de manhã com os olhos grudados.

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana que recobre o olho e a superfície interna das pálpebras. Na maioria dos casos, a doença é causada por bactérias ou, como ocorre agora em SP, por vírus. Mas também é comum haver inflamação devido a exposição dos olhos a agentes irritantes ou produtos que causam alergia. Apenas nos casos de vírus e bactérias é que a doença é contagiosa.

“A conjuntivite é transmitida com muita facilidade, por isso é importante lavar bastante as mãos e evitar compartilhar toalhas, fronhas e outros artigos de uso pessoal”, recomenda o oftalmologista Claudio Luiz Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein.

Ele sugere que também é melhor passar por mal-educado e evitar beijar alguém que está com conjuntivite do que se arriscar a contrair a doença.

Outro conselho do oftalmologista é evitar a automedicação. “Os colírios possuem princípios ativos diferentes e alguns deles podem ter efeitos colaterais, por isso só podem ser prescritos por um médico”, alerta.

Sintomas

Os principais sintomas da conjuntivite são sensação de areia nos olhos, vermelhidão, inchaço e secreção. Quando a visão fica embaçada, é sinal de que a inflamação alcançou a córnea, o que não é tão comum, mas pode ser perigoso.

Lavar bem os olhos e aplicar compressas geladas são medidas que ajudam a amenizar os sintomas.

Usar óculos ajuda a esconder o aspecto ruim que a doença provoca, mas não evita a transmissão do vírus.

De acordo com o especialista, a doença na maioria das vezes é autolimitada, ou seja, passa sozinha após uma ou duas semanas, mas os colírios prescritos pelo médico ajudam a lubrificar os olhos e aliviar os sintomas. Nos casos de conjuntivite bacteriana, pode ser necessário o uso de antibiótico.

O Adeus de Alencar


O ex-vice-presidente da República José Alencar morreu hoje aos 79 anos, no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, vítima de câncer. Ele foi internado no último dia 28 com quadro de suboclusão intestinal.Alencar enfrentava havia mais de 15 anos um câncer na região abdominal. Ele passou por 17 cirurgias e várias internações, segundo a Folhaonline.


No aniversário da cidade de São Paulo, em 25 de janeiro, ele foi homenageado em cerimônia na Prefeitura de São Paulo, com presença da presidente Dilma Rousseff, do ex-presidente Lula, do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do prefeito Gilberto Kassab (DEM). Em novembro, após sofrer um infarto agudo do miocárdio, Alencar chegou a interromper o tratamento contra o câncer por alguns dias. De lá para cá, o sarcoma teve 'progressão clara', segundo o oncologista Paulo Hoff, da equipe médica responsável pelo ex-vice.

COTEMINAS - O ex-vice entrou na política graças a sua atuação empresarial bem sucedida. O sucesso frente à Coteminas, uma das maiores indústrias de tecido do Brasil, o levou para instituições que o colocaram em contato direto com a sociedade civil. Alencar passou pelas associações comerciais de Caratinga e de Ubá, pela Associação Comercial de Minas e pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte. Essa trajetória culminou com sua eleição para presidente da FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), que o projetou nacionalmente. Os recursos do Sesi e do Senai --ligados à FIEMG-- o colocou em contato com setores ligado à educação, cultura, saúde, esporte e lazer.

POLÍTICA - A visibilidade em Minas impeliu Alencar a entrar para a política, e em 1993 ele se filiou ao PMDB. No ano seguinte, ele se lançou candidato ao Governo de Minas, quando ficou em terceiro lugar. Em 1998, ele tentou uma vaga no Senado Federal por seu Estado: acabou eleito com quase 3 milhões de votos.No Senado, foi presidente da Comissão Permanente de Serviço de Infraestrutura, membro da Comissão Permanente de Assuntos Econômicos e membro da Comissão Permanente de Assuntos Sociais.

PLANALTO - O passo mais importante na política, no entanto, aconteceu na eleição presidencial de 2002, quando, já pelo PL, ele foi o vice na chapa vencedora encabeçada pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva. No início, Alencar foi um vice polêmico. Ele se notabilizou como um dos principais críticos da política econômica do governo. Suas farpas miravam principalmente a política de juros altos do governo, que tentava, com isso, conter a inflação. As críticas renderam reclamações da equipe econômica e conversas reservadas com o presidente. Mas foi a pedido de Lula que a partir de 2004 ele passou a acumular os cargos de vice-presidente e de ministro da Defesa. Ele comandou o ministério até março de 2006. Foi também naquele ano que a dupla Lula-Alencar disputou e venceu a reeleição presidencial, o que permitiu sua permanência no poder até o dia de sua morte. Alencar, casado com Mariza Campos Gomes da Silva, deixa três filhos (Maria da Graça, Patrícia e Josué) e cinco netos: Ricardo, Geovana, Barbará, Josué e Davi.

PATERNIDADE - Em julho deste ano, o ex-vice foi declarado oficialmente pai de Rosemary, depois do julgamento de uma ação de reconhecimento de paternidade ajuizada por ela em 2001. Na ocasião, o juiz José Antonio de Oliveira Cordeiro, da comarca de Caratinga, determinou que ela passasse a usar o mesmo sobrenome dele. A professora alega ser fruto de um romance entre Alencar e a enfermeira Francisca Nicolina de Morais, em 1954, quando ambos moravam em Caratinga. Na ocasião, Alencar negou ser pai de Rosemary e chegou a insinuar que a mãe dela era prostituta, alegando que 'são milhões de casos de pessoas que foram à zona'. Em setembro, conseguiu uma liminar impedindo que ela alterasse a certidão de nascimento para incluir o sobrenome de Alencar.

Do Blog do Magno e Folha Online

Comprimido de hormônio pode ajudar na cura do medo de altura, diz estudo


  • Comprimido foi usado junto com terapia

    Comprimido foi usado junto com terapia

Cientistas na Universidade de Basel, na Suíça afirmam que comprimidos de hormônio do estresse, o cortisol, podem ajudar pessoas a superar o medo de altura.

A pesquisa, publicada na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences, pode levar ao desenvolvimento de tratamentos para uma série de problemas ligados à ansiedade.

Os cientistas fizeram testes em 40 pacientes que sofriam de medo de altura, ou acrofobia. Além dos comprimidos de cortisol e placebos, os pacientes também passaram por terapia comportamental.

Depois dos testes, os pesquisadores descobriram que os que receberam o cortisol junto com a terapia comportamental tinham registrado uma grande redução do medo.

Terapia

Fobias, como o medo de altura são comuns e a característica delas é o medo pronunciado e desproporcional de certos objetos ou situações, como olhar para baixo de cima de uma plataforma elevada.

Para o tratamento de fobias geralmente é aplicada uma forma específica de de psicoterapia, a exposição do paciente de forma controlada a situações consideradas assustadoras, para, gradualmente, diminuir o medo.

O professor Dominique de Quervain, diretor do Departamento de Neurociência Cognitiva da Universidade de Basel, sugeriu, devido aos seus estudos anteriores, que o cortisol poderia ajudar no processo de "aprendizagem" do paciente durante esta terapia de confrontação.

Os 40 pacientes que participaram da pesquisa sofriam de vertigens e, durante uma semana, tiveram três sessões da terapia de confrontação de seu medo.

Metade deles recebeu um comprimido de cortisol uma hora antes da sessão de terapia, a outra metade recebeu um comprimido de placebo.

Os pacientes eram em seguida expostos a situações de medo de altura por meio de realidade virtual.

Os cientistas mediram o medo dos pacientes três a cinco dias depois da terapia e um mês depois da última exposição à situação de medo. A análise do medo dos pacientes foi feita através de questionários e sensores colocados na pele.

As pessoas que tinha recebido o comprimido de cortisol mostraram uma diminuição significativa no nível de ansiedade, em comparação com os pacientes que receberam o placebo.

Agora, os cientistas da Universidade de Basel planejam investigar os efeitos do cortisol junto com a psicoterapia no tratamento de outras fobias e ansiedades.

DIA D CONTRA TUBERCULOSE ACONTECE NESTA QUARTA, 30, NO MARCO ZERO EM CARUARU

Peças de teatro, distribuição de panfletos, palestras e muita música. Assim será o Dia D contra a Tuberculose que acontece nesta quarta-feira, 30, a partir das 8h, no Marco Zero em Caruaru. O objetivo da Secretaria de Saúde é aumentar os esforços para propagar os perigos da doença e divulgar a importância da prevenção.

De acordo com Nara Saraiva, diretora de Vigilância em Saúde, durante toda semana está ocorrendo visitas dos agentes de saúde nas residências dos caruaruenses para identificar quem possui os sintomas da doença. “Um exército, com mais de 300 agentes, está dando uma grande contribuição à campanha”, afirma.

A tuberculose é causada por uma bactéria chamada Mycobacterium tuberculosis. Essa bactéria pode ser transmitida de uma pessoa para outra através da tosse. Ela também pode estar dormente no organismo de um indivíduo, e ficar ativa quando existe a queda da imunidade.

Os principais sintomas da doença são tosse, emagrecimento, febre baixa e sudorese noturna, persistindo por mais de duas semanas. Em longo prazo, pode haver a falta de ar e progressiva dificuldade para respirar, tosse com sangue (hemoptise) e até a morte. “Uma radiografia de tórax pode orientar o diagnóstico que é confirmado pela coleta de escarro e pesquisa do bacilo”, explicou a secretária de Saúde, Cristina Sette.

A tuberculose é tratada com antibióticos específicos controlados. O tratamento utiliza quatro medicações associadas por dois meses e, depois, dois antibióticos por mais quatro meses. Esses remédios são combinados em um comprimido para facilitar a aderência ao tratamento. “A distribuição dos medicamentos é gratuita, através do Programa Nacional de Controle da Tuberculose. Após identificar os sintomas da doença, os pacientes devem se dirigir aos PSFs próximos de suas residências ou centros de saúde do município, a fim de iniciar o tratamento que tem duração de 6 meses”, informou Cristina Sette.

ASSESSORIA DE IMPRENSA

As novas diretrizes para a cirurgia bariátrica em obesos diabéticos


Nessa segunda feira, dia 28 de março de 2011, durante o II Congresso Mundial de Tratamento do Diabetes tipo 2 em Nova York, um grupo de experts em diabetes e cirurgia bariátrica do IDF (International Diabetes Federation) definiu seu posicionamento em relação ao uso da Cirurgia Bariátrica no tratamento de pessoas com Diabetes tipo 2.

O documento reconhece a associação de diabetes e obesidade como o maior problema de saúde pública da história da humanidade, com uma previsão assustadora de que os 300 milhões de doentes atuais alcancem 450 milhões até 2030. Esses dados revelam a grande ineficiência dos programas de saúde pública mundial na prevenção do diabetes e uma nítida associação do crescimento dos casos de diabetes em relação aos casos de obesidade. Na verdade, as duas doenças caminham juntas.

De acordo com o novo documento, as pessoas com obesidade e diabetes consideradas candidatas à cirurgia de redução do estômago são os pacientes que não alcançarem as metas de controle glicêmico com o uso de medicamentos, especialmente quando há doenças sabidamente associadas à obesidade e ao diabetes. Nesses casos, os pacientes com IMC ≥ 35 tem indicação dita prioritária e aqueles com IMC ≥ 30 passam a ser candidatos ao procedimento. Além disso, a cirurgia bariátrica passou a integrar o protocolo primário de tratamento do diabetes com IMC ≥ 35, ou seja, passou a fazer parte das primeiras opções de tratamento da doença. Os adolescentes com 15 anos ou mais também foram citados no documento e para eles, a cirurgia está indicada em IMC ≥ 40 ou 35 associado à comorbidades.

Em nenhum momento o trabalho citou a cura do diabetes, assim como estamos conscientes que ainda não podemos falar em cura para a obesidade. Mas os resultados são animadores. A melhora dos parâmetros metabólicos do diabetes, possibilitando a redução ou até a suspensão dos medicamentos, ocorre mesmo antes de se conseguir a perda de peso, indicando que a melhora da glicemia decorre do próprio procedimento cirúrgico, além da perda de peso que ele induz.

Uma vez que a cirurgia bariátrica é uma intervenção que induz a um quadro de desnutrição programada, os pacientes submetidos a ela devem ter acompanhamento médico e nutricional contínuo, ao longo se suas vidas. Isso se deve ao fato de que, mesmo quando a perda de peso for interrompida, eles continuam absorvendo muito mal alguns micronutrientes e continuam a desnutrir progressivamente. Logo, ainda não estamos diante da cura da doença.

Deputado federal recebe comitiva da Itapemirim em SCC



Foto: Eliel Antônio

Legenda da foto:

“Depois de cumprirem a agenda na Rádio Comunidade FM, Prefeitura e visita ao Moda Center, a comitiva foi conhecer o local onde será construído o novo Terminal de Passageiros”.

O deputado federal José Augusto Maia (PTB-PE) recebeu na manhã desta segunda-feira (28), na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, conforme anunciou na semana passada, uma comitiva de representantes da empresa de ônibus Itapemirim. Conforme orientação do seu proprietário, o deputado Camilo Cola (PMDB/ES), o objetivo da visita dos seus diretores foi conhecer de perto as condições, para a viabilização de uma parceria entre o poder público e a iniciativa privada (PPP), com a intenção de construir um novo Terminal Rodoviário Interestadual de Passageiros na cidade, que é considerada a Capital da Confecção.

Os vereadores Galego de Mourinha, Dr. Nanau, Fernando Aragão, Ernesto Maia e Deomedes Brito, além do prefeito Toinho do Pará, vice-prefeito José Elias e o deputado estadual Diogo Moraes também estiveram presentes ao encontro.

Segundo José Augusto Maia, Santa Cruz do Capibaribe precisa de um novo terminal de passageiros, já que o atual se tornou obsoleto, diante o aumento da demanda de pessoas que procuram a cidade, depois da inauguração do Moda Center Santa Cruz: “Milhares e milhares de pessoas de todos os recantos do país, têm procurado nossa cidade e temos que oferecer as melhores condições de recebê-las, para que voltem sempre”, disse o deputado.

A Itapemirim foi a primeira empresa consultada. Nos próximos dias Caruaruense, 1002, Transbraz, Progresso e outras, serão convidadas a participar deste projeto, que terá a liderança dos governos federal, estadual e municipal.

Assessoria de Imprensa
Brasília - Gabinete do Dep. Federal José Augusto Maia

segunda-feira, 28 de março de 2011

Prefeito Toinho do Pará discute construção de novo Terminal Rodoviário em Santa Cruz do Capibaribe


O prefeito Toinho do Pará recebeu nesta segunda-feira, 28, em seu Gabinete, o deputado federal José Augusto Maia, os vereadores Fernando Aragão, Deomedes Brito, Dr. Nanau, Galego de Mourinha, Ernesto Maia e representantes de empresas que fazem o transporte interestadual de passageiros, para debaterem a estratégia de construção do Novo Terminal Rodoviário de Santa Cruz do Capibaribe.

O Chefe do Executivo Municipal e os deputados José Augusto Maia e Diogo Moraes irão buscar meios para a realização de parceria entre a Prefeitura local, Governo Federal, Governo Estadual e as empresas Itapemirim, Caruaruense, 1002, Transbraz e outras que mantêm uso das linhas de transporte para esta cidade.

A Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe irá oficializar o contato junto ao Departamento de Estradas e Rodagens de Pernambuco (DER) para que este desenvolva o Projeto Arquitetônico e posteriormente junto às empresas e as demais autoridades possa ser feita a doação do local onde será edificado o novo Terminal Rodoviário.

Para outras providências José Augusto Maia, se reunirá em Brasília, ainda esta semana, com o também deputado federal Camilo Cola (proprietário da Itapemirim) para agilização dos projetos.

ASCOM da PMSCC

Risoní Santos e Jota Oliveira – 9439.2006 / 9193.8241

Droga em teste eleva sobrevida de paciente com câncer cerebral




Pacientes do Hospital Federal de Ipanema, no Rio de Janeiro, participarão da terceira fase de testes de um novo quimioterápico para tratamento do tipo mais letal de tumor maligno de cérebro, o glioblastoma multiforme (GBM). O medicamento, feito com álcool perílico - extraído de óleo essencial presente em plantas como hortelã, cereja e sálvia -, aumenta em até 61% a sobrevida do paciente. A sobrevida média após o diagnóstico do GBM, que corresponde a 80% dos casos de tumores malignos cerebrais, é de 2,3 meses. Com o tratamento, esse tempo aumentou para 3,7 meses. "Parece pouco, mas esse tempo se traduz em uma oportunidade ao paciente. A resposta terapêutica faz com que ele ganhe tempo para fazer radioterapia, uma quimioterapia mais específica ou passar por uma cirurgia, se for um tumor superficial. Ele ganha poder de resistência para tratar a patologia grave", afirma o neurocirurgião Júlio César Thomé, chefe do Serviço de Neurologia do Hospital de Ipanema. O quimioterápico testado é o monoterpenoalcool perílico. Começou a ser estudado em 1987 no Instituto de Biologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), do qual Thomé é pesquisador associado. O álcool perílico é inalado, como em uma nebulização, quatro vezes ao dia. O medicamento é enviado para a casa do paciente, pelo correio. O tratamento não causa perda de cabelo, náuseas e vômitos, como outros quimioterápicos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Bolo de frutas


Light e cheio de vitaminas, esse bolo vai fazer muito sucesso

Por Minha Vida

Ingredientes
200 g de tâmaras cortadas em pedaços
100 g de nozes picadas
120 g de uvas passas brancas
g de gengibre em pó
80 g de uvas passas pretas
20 g de raspas de laranja
10 g de raspas de limão
120 g farinha de trigo especial
20 g de fermento em pó
5 g de noz-moscada
5 g de cravo em pó
100 g de margarina light
100 g de frutose
2 ovos
50 ml de vinho branco suave

Modo de preparo
Numa tigela, misture as tâmaras, as nozes, as passas pretas e brancas, o gengibre, as raspas de laranja e limão e o vinho. Deixe de molho, em temperatura ambiente, por 2 horas.

Em outra tigela, peneire a farinha com o fermento, a noz-moscada e o cravo. Reserve. Numa batedeira, bata a margarina light com a frutose até ficar um creme leve e fofo. Adicione os ovos um a um, batendo bem. Junte os ingredientes secos e os que ficaram embebidos no vinho.

Preaqueça o forno a 180ºC. Unte uma fôrma grande de fundo removível, forre o fundo com papel-manteiga também untado. Polvillhe farinha. Retire o excesso. Coloque a massa para assar por 40 minutos. Deixe resfriar. Desenforme.

Rendimento: 20 porções

Calorias por porção: 151 cal

Um Filho De Presente



"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho
unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas
tenha a vida eterna" (João 3:16).


Durante a Segunda Guerra Mundial, uma mãe caminhava, à
noite, com seu filho pequeno. Enquanto seguiam pela rua, o
menino notou que, em várias casas, haviam pequenas bandeiras
com estrelas pintadas. "O que significam essas bandeiras com
estrelas, mamãe?" perguntou ele. A mãe explicou que as
pessoas, naquelas casas, haviam dado um filho para a guerra.
Ele percebeu que em algumas casas, haviam duas e até três
bandeiras. Após alguns momentos ele olha para cima e vê a
primeira estrela no céu. "Veja, mamãe", disse o menino,
"Deus deve ter dado um filho também."


Sim, Deus deu um Filho, não para uma guerra entre nações,
mas, para salvar o homem perdido. Não para os Estados
Unidos, mas para toda a terra, para todos que crêem em Seu
nome, para todos que o recebem no coração.


Deus deu Seu Filho -- para que tivéssemos paz e segurança,
para que aprendêssemos a amar e perdoar, para que
esquecêssemos de toda vaidade, de todo ódio, de tudo que nos
leva à morte eterna. Deus deu Seu Filho, para que eu e você
fôssemos um, para que estivéssemos unidos pelo bem da
humanidade, para que aprendêssemos a sorrir e viver a
verdadeira felicidade. Deus deu Seu Filho, para que nossas
culpas fossem perdoadas e esquecidas, para que nosso nome
fosse colocado no Livro da Vida, para que ocupássemos um
lugar especial, junto com Cristo, nas moradas eternas
celestiais.


Deus deu Seu filho -- por nós e para nós. Ele fez isso
porque nos amou, porque não queria que um só de nós se
perdesse, porque é o nosso Pai amado.


Deus deu Seu filho para o seu coração -- você já deu o seu
coração para Deus?

Compras virtuais, entregas virtuais



Os números exuberantes parecem mostrar que o setor atingiu a maturidade: em 2011, o comércio eletrônico brasileiro vai faturar R$ 20 bilhões, ou seja, um crescimento de 30% em relação ao ano anterior. Mas, embora as cifras evoluam em ritmo frenético, a estrutura patina. Em março, tive um gostinho dessa encruzilhada que as empresas vivem. Comprei um produto em um dos maiores portais do varejo on-line, certo de que essas credenciais bastariam para garantir uma compra segura.

Mas a partir daquele instante foi como se tivesse entrado em um bizarro universo paralelo, onde uma empresa digital do século 21 se comporta como um mamute burocrático kafkaniano. Confirmei minha compra e paguei à vista em débito direto da conta corrente. Pelo relatório do site, o sistema levou exatos 10 minutos para confirmar o pedido e transferir o dinheiro. O prazo de entrega era de até sete dias úteis. “Ok”, pensei, “é uma previsão conservadora, provavelmente devo receber antes mesmo do dia programado”.

Na data final, nada de encomenda. Acionei o atendimento ao consumidor via chat. Na conversa, a atendente só me disse que não tinha como fazer contato com a transportadora para saber qual a previsão correta de entrega. Pedi para falar com alguém que pudesse resolver. Ninguém podia. A pessoa do outro lado do teclado me pediu mais dois dias úteis para me passar informações. Fim do prazo e… nada! Havia deixado meu e-mail particular, meu celular, telefone residencial. Mas nenhum contato foi efetuado.

De novo, entrei no chat para falar com o SAC. O atendente repetiu a mesma ladainha sobre não poder nem fazer contato com a transportadora nem passar o nome da empresa e pediu outros dois dias úteis. Desconsolado, argumentei que, nesse caso, eu mesmo poderia ir até o depósito e retirar a mercadoria. Pagaria o combustível. Ou ainda, teria desembolsado de bom grado o custo do frete (pelo valor da compra o envio era “grátis”), se isso resultasse em um serviço de logística melhor. E, finalizei, “como não há solução, prefiro receber o dinheiro de volta e ir a uma loja física”. Afinal, poderia levar o que eu queria na hora, sem essa emoção de prazo-roleta russa.

O atendente me disse que não poderia cancelar o pedido. A única maneira seria esperar o produto chegar e recusar-me a recebê-lo! Apenas assim a empresa devolveria o dinheiro. Questionei o absurdo. Se minha reclamação era justamente devido a não entrega, porque eu mandaria minha compra de volta? O atendente não conseguiu apresentar nenhuma solução para o real problema, ou seja, quando, de verdade, iriam entregar, ou caso o prazo fosse inaceitável, retornar o valor já debitado da conta corrente. Em resposta, obtive a declaração (transcrita literalmente do chat): “uma empresa trabalha com processos, não é de acordo com solicitação do cliente”.

Resolvi fazer uma rápida pesquisa em páginas de reclamação. Deparei-me com um quadro assustador. Apenas no portal ReclameAqui, as estatísticas mostram dezenas de milhares de pessoas com problemas semelhantes. Alguns clientes do mesmo site no qual fiz a compra esperam há mais de três meses pelo produto. Nos rankings do serviço de defesa do consumidor, a lista de Empresas mais Reclamadas dos Últimos 12 Meses mostra que das cinco primeiras posições, três, incluindo a campeã, são de varejo virtual. Na relação de Empresas Mais Reclamadas nos Últimos 30 Dias, as duas primeiras posições do pódio pertencem aos portais de compras.

Desse episódio, podemos tirar lições importantes. Em primeiro lugar, o serviço de atendimento ao consumidor tem de ter treinamento e autonomia para resolver os problemas. Pelo menos, conseguir cobrar uma posição da empresa de transporte e, eventualmente, poder cancelar o pedido. Pelo que pude perceber por meio da leitura dos relatos e pela minha experiência recente, as lojas virtuais simplesmente entregam os produtos para as suas parceiras logísticas e acham que sua responsabilidade acaba por aí. Em plena era da informação total, é de se espantar que uma companhia digital não consiga rastrear pedidos com eficiência (saber, por exemplo, quanto tempo de fato um produto leva para chegar).

Ponto importante também é dimensionar a estrutura. Será que o crescimento não está acelerado demais? Sem capacidade de entregar de modo rápido e eficiente, muitas vezes, o melhor é nem vender. Do contrário, a empresa engana o consumidor. É preciso criar soluções (cobrar o frete e ampliar a rede de distribuição. Se a loja for honesta e explicar ao cliente a necessidade de assegurar a qualidade do serviço, ele, com certeza, vai entender) e até mesmo oferecer a possibilidade de a pessoa retirar por conta própria a compra.

Quanto a mim, estou (temporariamente) convertido ao varejo offline. Cheguei à conclusão que a vida é mais fácil quando a gente pode ir à loja, manusear, escolher, negociar descontos com o vendedor, pagar e levar a compra na hora para casa. Mesmo a suposta vantagem do comércio virtual de entregar na residência não faz sentido se há risco de nem receber ou de ser premiado com um mês de atraso. Acho que faz sentido apenas para cidades onde não existam marcas ofertadas na internet. Meu produto? Ainda estou à espera…

Doença do laptop dá dores nos punhos, cotovelos e costas


JULLIANE SILVEIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O uso prolongado dos notebooks tem aumentado os casos de dores e lesões em ligamentos e articulações.

O formato do aparelho dificulta uma boa postura durante a digitação e pode causar problemas nos ombros, cotovelos, punhos e na coluna, além de dor de cabeça.

Preocupado com a popularização dos PCs portáteis entre estudantes norte-americanos, o especialista em reabilitação Kevin Carneiro, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), cunhou o termo "laptoptite" em analogia a doenças como a tendinite para designar os problemas causados pelo aparelho.

"A diferença para os desktops é que, no notebook, o monitor e o teclado estão conectados, o que dificulta o posicionamento do corpo", disse Carneiro à Folha.

No Brasil, a tendência é a mesma. Em 2010, as vendas de notebooks superaram pela primeira vez as de desktops _foram vendidos mais de 7 milhões de computadores portáteis, segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica.

A preferência pelos laptops é impulsionada pela queda nos preços e a facilidade no transporte. Os efeitos já são vistos nas clínicas.

"Recebo muitos pacientes com dores. A maioria dos problemas é de postura. A pessoa deita na cama e quer resolver tudo no laptop: não dá para ficar sem dor", diz Paulo Randal Pires, presidente do Comitê de Mão da Sbot (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia).

A professora universitária Patrícia Alfredo, 29, já sente o ônus da mudança. Trocou o desktop pelo notebook há seis meses e já convive com dor no pescoço, cotovelo e na cabeça e tensão nos ombros.

"Uso a mesma mesa do desktop e adquiri um suporte. Mas, por mais que eu tente posicionar o computador direito, meu braço nunca fica totalmente correto." Mesmo assim, ela continua usando o notebook. "A tentação é grande, é muito fácil e carrego para todo lado."

Editoria de Arte / Folhapress

MENOS TEMPO

Um estudo publicado em fevereiro na revista "Ergonomics" por pesquisadores da Boston University Sargent College, nos EUA, mostrou que usar o notebook por mais de quatro horas por dia já traz riscos de dores e lesões.

"O ideal seria usar esse tipo de computador só para emergências e viagens", diz Raquel Casarotto, professora de fisioterapia da Faculdade de Medicina da USP.

A pesquisa também avaliou o impacto do uso de cadeiras adequadas, suporte e teclado sem fio na redução de dores de 88 universitários durante três meses. O grupo que usou os acessórios apresentou menos problemas.

Como o monitor do notebook é fixo, não dá para deixá-lo na altura ideal sem a ajuda dos acessórios. No improviso, o usuário força o pescoço para baixo, tensionando ombros e coluna.

Os punhos também ficam mais tensos, porque é mais difícil apoiá-los no laptop. A posição errada altera a circulação sanguínea e afeta a nutrição dos tecidos, o que pode causar inflamações.

O ideal é acoplar um teclado ao aparelho, para melhorar a posição das mãos, e usar um suporte para elevar a tela à altura dos olhos.

A altura das teclas deve permitir que os ombros fiquem relaxados _por isso, o notebook não deve ser usado no colo, na cama ou em mesas altas, como as de jantar.

Quanto menor o aparelho, maiores são os riscos. Teclas pequenas obrigam o usuário a adotar uma postura restrita, comprimindo músculos e gerando tensão em todo o corpo.

"Um amigo se encantou com um notebook superpequeno, do Japão. Em três semanas de uso, desenvolveu uma inflamação dos tendões do cotovelo", diz Casarotto.

Atenção também aos tablets, que devem ficar apoiados em mesas. Segurá-los causa dores nos punhos e nos dedos. Mesmo na mesa, o pescoço fica curvado para baixo, piorando a postura.

"Ler no tablet não traz riscos, também não é proibido digitar rapidamente. Mas usá-lo sempre para navegação trará problemas, porque o aparelho precisaria ser colocado na vertical, o que é inviável", diz Casarotto.

Deputado cumpre agenda do final de semana em Santa Cruz


A agenda do Deputado Estadual Edson Vieira (PSDB), neste final de semana foi bastante corrida, no sábado (26) pela manhã esteve em uma audiência pública na câmara de vereadores debatendo melhorias para Santa Cruz e região, à noite esteve prestigiando a festa profana de São José na Vila do Pará.

O encontro na câmara foi bastante importante, pois os institutos poderão debater sobre os problemas locais e apontar soluções a curto e médio prazo que serão apresentados no programa do Governo Estadual “Todos por Pernambuco”, em (08) de Abril.

Edson Vieira falou “Sempre que tiver questões relacionadas ao crescimento e desenvolvimento de Santa Cruz estarei presente, buscando melhorias para nossa cidade.” Frisou o Deputado.

Os temas debatidos foram questões que estão travando desenvolvimento da cidade tais como: educação, infraestrutura, desenvolvimento econômico, saúde, meio ambiente e segurança pública. Na ocasião foi mudada a data e local do Programa “Todos por Pernambuco”. A nova data será (08) de Abril e o local será na Escola Padre Zuzinha.

À noite o deputado prestigiou os festejos profano da festa de São José na vila do Pará, também visitou alguns amigos e correligionários daquela localidade.